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Criatividade no caos

O stylist Thiago Setra explica como ousar e estar elegante no mundo jornalístico

Já até virou clichê a ideia de ter que se reinventar diante do caos econômico que estamos vivendo diante da pandemia que assola o mundo e afetou todos os setores. Porém, nesse momento é hora de voltar os olhos para os profissionais que conseguiram se destacar as dificuldades.

Thiago Setra é um deles, conhecido e querido no meio artístico por ter em seu portfólio ao longo dos seus 10 anos de carreiras nomes de diversos seguimentos como Flávia Pavanelli, Mari Palma, Rodrigo Mocoto, Thaynara, entre outros.

A sensibilidade e expertise de ousar na oportunidade única que o momento lhe deu, mudar de forma sútil, porém efetiva o “padrão” do styling jornalístico.

Com a pausa no entretenimento e todos os olhos voltados para o jornalismo o stylist uniu o útil ao agradável e começou aos poucos introduzir pitadas de moda e atualidade no figurino de âncoras de telejornais como Mariana Palma e Gabriela Prioli (CNN Tonight) o qual vem sido notado não só pelas colegas de profissão e do meio artístico que começaram a querer saber dos looks da jornalista e do profissional, a origem e inspiração das peças usadas. Acompanhe a mudança: 

“Não há nada mais genuíno do que nos inspirar em pessoas com conteúdo, as mulheres do jornalismo que estão na linha de frente das informações que recebemos são mulheres poderosas, inteligentes e cultas. Então a ideia é linkar elas as tendências de moda e sair da ideia do patrão do jornalismo, afinal de contas elas também são influência para os telespectadores que as consome. Com todas as atenções viradas a elas, o mercado está olhando com outros olhos para o jornalismo” diz o stylist.

Mercedes-AMG CLA chega cheio de estilo e mais caro que um Range Rover Velar

Sedã esportivo tem 421 cv, 51 kgm de torque e zero a 100 km/h em 4 segundos

Sedã vai de zero a 100 km/h em 4 segundos – Hatch precisa de 0,1 s a menos (Foto: Divulgação

A estreia dos novos brinquedinhos compactos da AMG, A 45 S e CLA 45 S, no Brasil está mais perto do que nunca. Ela acontece na semana que vem. E, como Autoesporte já antecipou, o A 45 S terá o posto de hatch mais caro do Brasil (veja o preço aqui).

Agora é a vez de revelar a etiqueta do sedã esportivo com ares de cupê. E, como já era de se esperar, custa (bem) mais que o hatch: R$ 458.900 – um Range Rover Velar na versão R-Dynamic SE custa R$ 16 mil a menos. 

Com transmissão automatizada de dupla embreagem de oito marchas e tração integral, o CLA precisa de 4 segundos cravados para chegar aos 100 km/h. 

Quem não tiver os quase R$ 460 mil para gastar, pode optar pela versão pseudo-AMG CLA 35, com 306 cv e R$ 361.900.

Interior tem painel digital e a central multimídia com inteligência artificial, MBUX (Foto: Divulgação)

O sedã tem opções de cores “neutras”, como dois tons de prata, branco ou preto. A mais chamativa é o amarelo Sol ou o azul Denim. O carro ainda vem com o pacote Night de série, que deixa as rodas de 19 polegadas e capa dos retrovisores escurecidos.

Fonte: Auto Esporte

Chanel lança linha de vinhos orgânicos

Produzidos no sul da França, a grife francesa apresentou dois rótulos: um branco e outro rosé

Foto: Divulgação

Conhecida por suas roupas de alta costura, perfumes e acessórios de luxo, a marca francesa Chanel, aposta em um novo segmento: o de vinhos. Idealizados pelo enólogo Sébastien Le Ber, os dois rótulos lançados pela grife criada por Coco Chanel são produzidos na Ilha de Porquerolles, em Hyères, França.

Batizados de Domaine de l’Ile, os vinhos, um branco e um rosé, são orgânicos. Em 2019, a Chanel comprou o rótulo da bebida e agora lança a colheita do ano passado com a supervisão de Nicolas Audebert, gestor das vinícolas Château Rauzan-Ségla e Châteaux Canon e Berliquet que também pertencem à marca.

Produzidos a partir de uvas cultivadas de forma natural e sem adição de químicos, os vinhos chegam ao mercado com valores acessíveis. O vinho branco é fresco, avaliado como gastronômico e possui um toque floral (vendido por 25 euros, a garrafa).

Já o rosé, classificado como um Côtes de Provence, tem apontamentos doces com um toque frutado e um aroma floral e pode ser encontrado por 19 euros, a unidade. Não há previsão de venda no Brasil.

Fonte: Metrópole

Candy Colors – COOL Magazine

As candy colors, ou cores doces em tradução literal, são aqueles tons coloridos e clarinhos que voltaram à moda nas últimas temporadas

Candy colors, também conhecidas como tons pastéis, assemelham-se à pigmentação do giz da lousa, são tons suaves e delicados que trazem à tona romantismo e feminilidade. Os tons pastéis surgiram na década de 50, influenciados pela recuperação e calmaria do período pós-guerra nos Estados Unidos e desde então aparecem em releituras interessantes tanto na moda quanto na decoração e na beleza. As cores que fazem parte da cartela são doces, delicadas e suaves, perfeitas para composições elegantes e sutis. 

Os tons pastéis vêm aparecendo em diversas passarelas das principais semanas de moda do mundo há algumas temporadas, sendo uma aposta concreta das marcas como Chanel, Chloé e Brandon Maxwell. Para a temporada de Primavera/Verão 2020, diferentes versões estiveram em peso nas coleções apresentadas: em vestidos, blusas, terninhos, etc. Se consolidando como a tendência da estação.

“Candy Colors

Clique nas fotos para ampliá-las!

Créditos:
Foto: Marcos Duarte
Direção: Menezes Rafael
Produção de moda: Edson Valdoski
Beleza: Rafael Guapiano com produtos Klasmē
Produção executiva: Camila Jeronymo
Texto: Barbara Massari
Special tks to Ale Monteiro e Creative Studios

Virgin faz parceria com Rolls-Royce para retomar voos comerciais supersônicos

Essa ilustração sem data, cortesia da Virgin Galactic, mostra o design de um avião supersônico para voos de passageiros – Virgin Galactic/The Spaceship Company/AFP

A empresa de turismo espacial Virgin Galactic anunciou, nesta segunda-feira (3), sua parceria com a fabricante de motores Rolls-Royce para construir uma aeronave comercial supersônica que pode superar em três vezes a velocidade do som.

O avião, que chegaria a Mach 3, superaria o Mach 2 que alcançou o Concorde, a aeronave de passageiros pioneira dos voos comerciais supersônicos, que operou entre 1976 e 2003.

Para um novo avião de passageiros que rompe a barreira do som, o desafio está em resolver os problemas que levaram à destruição do Concorde, em particular o barulho gerado pelos motores e o alto consumo de combustível.

“Estamos empolgados (…) em revelar este conceito de design inicial de uma aeronave de alta velocidade, que visualizamos como a união de uma viagem comercial segura e confiável com uma experiência inigualável para os clientes”, disse George Whitesides, chefe espacial da Virgin Galactic.

Fonte: IstoÉ Dinheiro