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INDICADOS AO OSCAR 2021

A principal premiação do cinema de Hollywood apresentou nesta segunda feira (15) os indicados para esse ano.

A cerimônia anual acontecerá em 25 de abril. Segundo a organização, ela será presencial, mas, por causa da pandemia do Coronavírus, a transmissão ao vivo acontecerá de vários locais diferentes. O Oscar 2021 havia sido originalmente marcado para 28 de fevereiro, mas foi adiado por causa da crise sanitária.

É a primeira vez em 93 edições que duas mulheres são indicadas a melhor direção. O filme “Mank” é o mais lembrado, com 10 indicações. Seis filmes receberam seis indicações cada: “Minari”, “Nomadland”, “Meu pai”, “Judas e o messias negro”, “Os 7 de Chicago” e “O som do silêncio”. “Bela vingança” e “A voz suprema do blues” aparecem em seguida, com cinnco indicações cada um.

Chadwick Boseman (1976-2020), conhecido por protagonizar o filme Pantera Negra, recebeu a sexta indicação póstuma de um ator na categoria principal na história da premiação – apenas Peter Finch (1916-1977) ganhou, em 1977, por “Rede de intrigas”.

Algumas regras também mudaram. Com cinemas fechados, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood passou a aceitar inscrições de filmes transmitidos apenas pela internet. Antes, os concorrentes precisavam ser exibidos por um determinado período de tempo em cinemas de Los Angeles.

Veja abaixo a lista completa dos indicados aos Oscar 2021: 

Melhor filme

  • “Meu pai”
  • ‘”Judas e o messias negro”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Nomadland”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • “Os 7 de Chicago”

Melhor atriz

  • Viola Davis – “A voz suprema do blues”
  • Andra Day – “Estados Unidos Vs Billie Holiday”
  • Vanessa Kirby – “Pieces of a woman”
  • Frances McDormand – “Nomadland”
  • Carey Mulligan – “Bela vingança”

Melhor ator

  • Riz Ahmed – “O som do silêncio”
  • Chadwick Boseman – “A voz suprema do blues”
  • Anthony Hopkins – “Meu pai”
  • Gary Oldman – “Mank”
  • Steve Yeun – “Minari”

Melhor direção

  • Thomas Vinterberg – “Druk – Mais uma rodada”
  • David Fincher – “Mank”
  • Lee Isaac Chung – “Minari”
  • Chloé Zhao – “Nomadland”
  • Emerald Fennell – “Bela vingança”

Melhor atriz coadjuvante

  • Maria Bakalova – “Borat: fita de cinema seguinte”
  • Glenn Close – “Era uma vez um sonho”
  • Olivia Colman – “Meu pai”
  • Amanda Seyfried – “Mank”
  • Yuh-Jung Youn – “Minari”

Melhor ator coadjuvante

  • Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago”
  • Daniel Kaluuya – “Judas e o messias negro”
  • Leslie Odom Jr. – “Uma noite em Miami”
  • Paul Raci – “O som do silêncio”
  • Lakeith Stanfield – “Judas e o messias negro”

Melhor filme internacional

  • “Druk – Mais uma rodada” (Dinamarca)
  • “Shaonian de ni” (Hong Kong)
  • “Collective” (Romênia)
  • “O homem que vendeu sua pele” (Tunísia)
  • “Quo vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)

Melhor roteiro adaptado

  • “Borat: fita de cinema seguinte”
  • “Meu pai”
  • “Nomadland”
  • “Uma noite em Miami”
  • “O tigre branco”

Melhor roteiro original

  • “Judas e o Messias negro”
  • “Minari”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • “Os 7 de Chicago”

Melhor figurino

  • “Emma”
  • “A voz suprema do blues”
  • “Mank”
  • “Mulan”
  • “Pinóquio”

Melhor trilha sonora

  • “Destacamento blood”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Relatos do mundo”
  • “Soul”

Melhor animação

  • “Dois irmãos: Uma jornada fantástica”
  • “A caminho da lua”
  • “Shaun, o Carneiro: O Filme – A fazenda contra-ataca”
  • “Soul”
  • “Wolfwalkers”

Melhor curta de animação

  • “Burrow”
  • “Genius Loci”
  • “If anything happens I love you”
  • “Opera”
  • “Yes people”

Melhor curta-metragem em live action

  • “Feeling through”
  • “The letter room'”
  • “The present”
  • ‘”wo distant strangers”
  • “White Eye”

Melhor documentário

  • “Collective”
  • “Crip camp”
  • “The mole agent”
  • “My octopus teacher”
  • “Time”

Melhor documentário de curta-metragem

  • “Collete”
  • “A concerto is a conversation”
  • “Do not split”
  • “Hunger ward”
  • “A love song for Natasha”

Melhor som

  • “Greyhound: Na mira do inimigo”
  • “Mank”
  • “Relatos do mundo”
  • “Soul”
  • “O som do silêncio”

Canção original

  • “Fight for you” – “Judas e o messias negro”
  • “Hear my voice” – “Os 7 de Chicago”
  • “Husa’vik” – “Festival Eurovision da Canção: A saga de Sigrit e Lars”
  • “Io sì” – “Rosa e Momo”
  • “Speak now” – “Uma noite em Miami”

Maquiagem e cabelo

  • “Emma”
  • “Era uma vez um sonho”
  • “A voz suprema do blues”
  • “Mank”
  • “Pinóquio”

Efeitos visuais

  • “Problemas monstruosos”
  • “O céu da meia-noite”
  • “Mulan”
  • “O grande Ivan”
  • “Tenet”

Melhor fotografia

  • “Judas e o messias negro”
  • “Mank”
  • “Relatos do mundo”
  • “Nomadland”
  • “Os 7 de Chicago”

Melhor edição

  • “Meu pai”
  • “Nomadland”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • “Os 7 de Chicago”

Melhor design de produção

  • “Meu pai”
  • “A voz suprema do blues”
  • “Mank”
  • “Relatos do mundo”
  • “Tenet”

 

Fonte: Notícias G1

COOL MAGAZINE | Edição #122 – Rafa Kalimann

HAPPY BIRTHDAY COOLERS!

Prazer, eu sou O Rafa!!!
Me comunico aqui com vocês dessa forma tão íntima, não pela intimidade que teria com cada um que for ler essa carta ou por ter essa intimidade propriamente dita, até porque, acabo de chegar. MUITO PRAZER!!!
Na realidade, é a certeza de que por falar através de um veículo que há 23 anos leva informações sobre vários universos, tentando ao máximo ser o mais atual, moderno e inovador, sentimos em nós a obrigação de mudar, nos reinventar, nos preocupar com o que realmente faz diferença. Sabemos que você, leitor da Cool Magazine e exigente ao máximo,
tem a Revista como um ponto de esperança. Em razão disso, chegamos com uma enxurrada de informações, um mar de conhecimento e um infinito de consciência entrando na sua vida de corpo e alma, COM LICENÇA…

…E para começar, trouxemos chás naturais; uma corrida de amor pelo pantanal; tudo sobre: como foi a primeira SPFW sem público, porém, com muita inovação definindo que somos brasileiros, criativos. Viajamos e descobrimos o que é sunset BLV, invadimos
a casa cor, 5G: como e quando??? Mergulhamos em um mundo sustentável, a fim de ajudar nosso planeta que há tempos nos pede socorrooooo!!! Uma voz que grita cada vez mais fraca, mais leve, como se estivesse desaparecendo, assim como a arara azul que aqui nesse planeta não existe mais. Resumindo, nesta edição, além de especial de aniversário, ouvirá um grito, um pedido de ajuda para que todos abram os olhos e enxerguem o que estamos fazendo com nosso planeta.

A “nova cool” dará mais voz aos calados, força aos que precisam, e luz para os que necessitam enxergar. Convidamos você, o nosso controle de qualidade, a
comprar essa briga por um mundo onde as pessoas
naturalmente seriam melhores.

Rafael Menezes

O novo conceito GREEN BEAUTY

Transparência, diversidade e meio ambiente. A busca por um lifestyle mais natural e sustentável chega ao universo da beleza que promete uma tendência de comportamento que une 100% da natureza + cadeia de produção com responsabilidade social. 

Por: Caroline Menis 

Foto: Min An 

Os ingredientes naturais estão cada vez mais em ascensão em produtos menos agressivos a natureza e biodegradáveis. Os produtos com base natural, geralmente não derivados do petróleo e conservantes tóxicos em sua composição, são características pontuadas neste novo conceito Green Beauty que ainda é um mercado em expansão, revelando benefícios que os cosméticos sustentáveis possuem em contato com a pele, ajudando também pessoas com sensibilidades e alergias.

O termo “Green Beauty” designa-se a tradução literal de beleza natural, já que, os insumos são extraídos direto da natureza para a produção destes cosméticos, não contendo nenhum tipo de ingrediente sintético, geralmente produzidos de forma artesanal e além disso, com consciência ambiental e animal pois, não são produtos testados em animais (cruelty-free). 

Porém, ainda que contribua ao meio ambiente, é necessário nós, consumidores, prestarmos atenção aos rótulos e certificações. O novo conceito ainda é escasso no mercado beauty e pelo menos no Brasil, ainda não há legislações específicas para os cosméticos naturais. Ao falarmos sobre produtos naturais, entramos na questão de conservação microbiológica pois estes ingredientes vindos da terra estão sujeitos a uma proliferação maior de microorganismos. 

Entretanto, o ativo pode ter origem natural mas nem sempre trará benefício social e ambiental. Há casos que a extração de certos óleos e plantas podem causar um vasto desmatamento ao Ecossistema ou até mesmo a exploração do trabalho infantil e adulto, sem contar no grande uso de água como matéria-prima, que, segundo a ONU, estimasse que dois terços do mundo irá sofrer problemas de escassez hidráulica até 2025. 

Muitas vezes algumas marcas caem em contradição ao anunciar um único produto green porém ter uma coleção de cosméticos inteira que não é biodegradável ou que ao utilizar algum elemento na pré-produção, prejudicou o meio ambiente. Essa apropriação do falso discurso sustentável chama-se Greenwashing. Para a diminuição do Greenwashing, temos a ajuda do Fashion Revolution – movimento criado com o intuito de tornar a moda mais transparente e conscientizando sobre o verdadeiro custo da moda e seu impacto no mundo em todas as fases do processo de produção e consumo após a tragédia do desabamento do Edifício Rana Plaza em Bangladesh que causou a morte de 1.134 trabalhadores e feriu mais de 2.500 vítimas que viviam em condições de trabalho análogas à escravidão para marcas globais em 2013, e atua em mais de 100 países, incluindo o Brasil, desde 2014 – que divulga anualmente o Índice de Transparência da Moda Brasil com uma análise de 40 grandes marcas varejistas do mercado brasileiro, classificados de acordo com a quantidade de informações disponibilizadas sobre suas políticas, práticas e impactos sociais e ambientais, ajudando-nos a saber sobre como as marcas estão se posicionando na sociedade, tendo uma visão ampla da sua colaboração com o meio ambiente e transparência. 

As novidades e grandes tendências do mercado Green Beauty em 2020 foram as embalagens Carbono Neutro, pasta de dente verde/vegetal e produtos com Aloe Vera. 

Confira algumas marcas veganas que são aclamadas pelo público no quesito sustentabilidade: 

  • Face it
  • Two one one two
  • Dalla
  • Care Natural Beauty 
  • Simple Organic

 

PANTANAL

Por: Caroline Menis

Imagens: Divulgação

O Pantanal é o bioma de maior extensão úmida contínua do planeta, porém, o menor em extensão territorial no Brasil. O ano de 2020 foi cenário de grandes acontecimentos, incluindo as queimadas e devastação do bioma natural, influenciando grande parte da população brasileira a abrir os olhos e testemunhar essa situação. 

Com uma área aproximada de 150.355 km2, de acordo com dados do IBGE em 2004, a planície aluvial ocupa 1,76% da área total do território brasileiro, é influenciado por rios que drenam a bacia do Alto Paraguai, sofrendo influência direta de outros três biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, além do bioma Chaco, localizado no norte do Paraguai e leste da Bolívia. 

Estudos indicam que existem mais de mil espécies catalogadas no bioma e, o Embrapa Pantanal afirma que quase duas mil espécies de plantas já foram identificadas, algumas apresentando potenciais medicinais. O Pantanal também destaca-se pela rica presença de comunidades tradicionais, como as indígenas, quilombolas, Amolar, entre outras. O bioma é também um dos maiores santuários de arara-azul. 

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, em 2015, apenas 4,6 % do Pantanal encontra-se protegido por unidades de conservação, dos quais 2,9% correspondem a UCs de proteção integral e 1,7% a UCs de uso sustentável. Neste ano, os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou o maior número de queimadas em Outubro.

Nos dez primeiros dez meses deste ano, foi registrado 21.115 focos de incêndio, mais que o dobro registrado em todo o ano de 2019. O relatório do Ibama, divulgado semanalmente, aponta que 4.167.000 hectares foram devastados pelas chamas no bioma, ou seja, 28% da área, sendo que 1.917.000 foram destruídos por incêndios, na região do Mato Grosso do Sul. 

O motivo principal para isso ter acontecido são as queimadas induzidas pela atividade pecuária pelos produtores agropecuários de causa comercial, a fim de limpar a vegetação do local. Além do clima seco facilitar a propagação de incêndios, geralmente são ocasionadas de forma ilegal e para abertura de novas áreas para o agronegócio. 

As consequências das queimadas, podem influenciar o clima, visto que os gases liberados são os grandes responsáveis pelo efeito estufa, intensificando o fenômeno do aquecimento global, sendo eles o dióxido de carbono e o método, quanto a morte de animais típicos do bioma, influenciando a extinção. As populações que vivem em cidades aos arredores do Pantanal, também foram afetadas não só pelas atividades econômicas, mas pela contaminação do ar. 

A alteração climática do Pantanal traz consequências para outras regiões do Brasil, sendo Sul e Sudeste os mais afetados com diminuição no nível de chuva, implicando na redução de água para produção agrícola. 

Segundo o artigo 255 da Constituição da República Federativa do Brasil, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Portanto, a degradação do meio ambiente ou agir com imprudência diante aos fatos emergenciais, negligenciando o bioma em chamas, é crime perante a instituição. 

Para ajudar a causa, é possível realizar doações para ONGs envolvidas. Reduzir o consumo de carne também é uma alternativa, pois a carne que consumimos no cotidiano tem origem de fazendas envolvidas com queimadas e desmatamento dos biomas brasileiros. 

O WWF-Brasil é uma organização da sociedade civil brasileira, de natureza não-governamental, constituída como associação civil sem fins lucrativos que trabalha para mudar a atual trajetória de degradação ambiental e promover um futuro onde sociedade e natureza vivam em harmonia. Desde 1998, atuam na Bacia do Alto Paraguai com uma perspectiva transfronteiriça em articulação com o WWF-Bolívia, com o objetivo de aliar o desenvolvimento sustentável na região e a preservação da biodiversidade e dos recursos hídricos do Pantanal. A ONG também apoia, desde 2003, a Pecuária Orgânica Certificada no Pantanal, seguindo valores de sustentabilidade ambiental e social. 

IMAGENS: Espécies atingidas pelas queimadas, WWF-Brasil, agropecuária, Pantanal, Pantanal em chamas.   

RAFA KALIMANN – STORM WOMAN

RAFA KALIMANN

NOSSA COOL GIRL, nascida em Campina Verde, no Triângulo Mineiro, no dia 02 de abril de 1993, Rafaella Freitas Ferreira de Castro Matthaus, nome de batismo de Rafa Kalimann, começou no meio artístico com apenas 14 anos. 

Rafa começou a investir, aos 20 anos, profissionalmente em seu perfil oficial do Instagram, publicando seus ensaios fotográficos. O crescimento na rede social foi gradativo, e toda a sua vida mudou por causa disso, lhe garantindo assim, seus primeiros contratos.

Com a grande exposição criada pelas redes sociais, Rafa se aprofundou ainda mais em seus propósitos de vida, que é influenciar e ajudar pessoas. Para isso, ela promove missões religiosas em Moçambique, na África, onde nestas missões oferece atendimento médico para mais de 400 crianças. Sua primeira viagem com a ONG para Moçambique foi no início de sua carreira, que realizou assim que vendeu todos os seus pertences pessoais.

Em 2020 Rafa foi convidada para compor o time de celebridades do reality show Big Brother Brasil. O programa teve recorde de audiência entre todas as edições e um é considerado um dos cases de maior sucesso dentro da emissora. Rafa conquistou o segundo lugar e destinou o seu prêmio em dinheiro para instituições de caridade.

Após a saída do reality, que trouxe muitas oportunidades, a mineira ingressou no mundo dos negócios, em parceria com sua amiga e sócia Nayara Marra, lançou sua marca de roupas, BYRK. A primeira coleção da BYRK, intitulada Aurora, contou com 23 peças, e parte do lucro das vendas foi destinada à PLAN Internacional, instituição de amparo a crianças e adolescentes com foco na igualdade de gênero. 

Atualmente, Rafa Kalimann é uma das mais novas contratadas da Rede Globo, e retomou suas aulas de atuação, onde promete um futuro promissor nas telinhas e telonas.

Confira abaixo o editorial de moda exclusivo da Rafa Kalimann para a COOL Magazine! 

Créditos:
Rafa Kalimann veste Balmain, Aquazzura, Versace, Dolce Gabbana e DFK Joias.
Fotógrafo: Pedro Dimitrow
Assistente de fotógrafo: Adrian Ikematsu
Atendimento: Vivi Arnaldi
Social Mídia: Fernando Gonçalves 
Tratamento de imagem: RG Imagens
Edição de vídeo: Rafael Vaz
Direção de arte: Rafa Menezes
Produção de moda: Felipe Castello
Cenário:  Samara Pavlova
Moda: Dudu Farias 
Beauty e hairstyle: André Veloso 
Assistente de beauty: Emerson Moura
Jornalismo: Caroline Menis 
Agradecimentos: Pedacinho do Sol e Brigadeiro da Gigi
Capa MGT for DIOR MAKEUP and LOWELL

 

 

Leia na íntegra a entrevista exclusiva através do pdf da edição #122 disponibilizada na Home.