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A Cidade do Panamá e o incrível Hotel Intercontinental Miramar

Uma cidade vibrante e um hotel com muito charme e elegância acolhem os visitantes com magníficas surpresas. 

A Cidade do Panamá é bem interessante. Completamente diferente das outras cidades da América Central, é luxuosa ao extremo. A moeda utilizada no país é o dólar estadunidense. Lojas de artigos de luxo oferecendo todas as grifes conhecidas, restaurantes e bares badalados e um sistema de transporte exemplar, vale a pena conhecer esse país que muitas vezes só é visto como um local de escala entre um país e outro.

A Copa Airlines voa para várias cidades brasileiras, portanto em uma viagem seria quase que obligatório parar por alguns dias na Cidade do Panamá para conhecê-la. Com certeza, o turista não vai se arrepender. Uma das principais atrações é o Canal do Panamá.

Inaugurado em 15 de agosto de 1914 com a passagem do navio S.S. Ancon, antes de ser devolvido ao Panamá em 1999, o canal passou pela gestão da Colômbia, França e Estados Unidos. O objetivo dessa grandiosa construção foi de encurtar a viagem entre o Oceano Atlântico e o Pacífico. Um marco da engenharia do século XX, o Canal do Panamá foi criado para facilitar o comércio marítimo mundial. Antes, a viagem durava dois meses, pois os navios tinham que viajar 20 mil quilômetros até contornar a extremidade sul da América do Sul.

Com a construção, a viagem passou a durar apenas 24 horas, sendo 14 horas de espera e 8 horas de travessia nos 77.1 quilômetros de comprimento do canal. Anualmente, são mais de 14 mil navios que transitam pelo canal transportando cerca de 9 trilhões de dólares estadunidenses em cargas. Cada navio que passa pelo canal tem que pagar um pedágio.

Em 2010, o navio Norwegian Pearl pagou 375 mil e 600 dólares estadunidenses de taxa. A taxa é baseada no tipo de embarcação, da carga e até do nível de agua no lago Gatún, um corpo de água artificial entre os dois oceanos que surgiu durante a construção do Canal do Panamá. O canal conta com bloqueios na extremidade assim como três grupos de esclusas; um em Gatún, um em Pedro Miguel e o outro em Miraflores. Essas esclusas são abertas e fechadas e as embarcações são elevadas ou abaixadas em três níveis totalizando nessa etapa 26 metros. Devido ao desnível entre o Oceano Atlântico e o Pacífico na região do lago, as esclusas funcionam como elevadores. Sendo assim, não foi necessário uma escavação mais profunda. Cada esclusa mede 300 metros de comprimento e conta com paredes com 15 metros de espessura na base e 3 metros no topo. A parede central entre as esclusas mede 18 metros de espessura e 24 metros de altura. As portas são feitas de aço maciço e contam com, em média, 2 metros de espessura e 10.5 metros de comprimento, alcançando 20 metros de altura.

Recomenda-se ir ou de manhã por volta das 9 horas, pois esse é o horário quando os navios atravessam do Pacífico para o Atlântico. À tarde também é possível visitar o Canal do Panamá e o melhor horário é a partir das 15 horas, pois é quando os navios atravessam no sentido oposto. É necessário entrar no site para fazer reserva e o lugar de observação mais próximo é o Cento de Visitantes de Miraflores.

A Cidade do Panamá é praticamente dividida em três: A antiga, a reconstruída e a moderna. Um passeio interessante é visitar Casco Viejo, um bairro reestruturado. Fascinante, histórico e excitante é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade. A sua história remonta a 1673 e nos últimos anos muitas pessoas compraram propriedades ali dando início a um grande processo de restauração.

O resultado foi fenomenal com lindas praças e belíssimos edifícios coloridos. Várias propriedades foram transformadas em hotéis de luxo, casas noturnas, excelentes bares e grandiosos restaurantes. Há muito o que se fazer em Casco Viejo, como: Visitar a Catedral Metropolitana com seu altar em mármore importado da Itália, a Igresia de San Jose com seu altar todo folheado a ouro, o Palacio Nacional, o Museo del Canal de Panama, o Teatro Nacional, a Plaza Herrera, a Plaza de Francia e a Plaza de la Independencia.

E para fechar com chave de ouro esse passeio pela cidade, o turista não deve deixar de comprar na loja Victor’s Panama Hats, o famoso Chapéu Panamá. O interessante é saber que esse chapéu não é panamenho, pois o original é feito nas cidades de Montecristi e Cuenca, no Equador.

Os modelos mais baratos possuem tramas mais grossas o que afeta a proteção solar. Já os com duas ou três tramas podem ser dobrados e levados em viagens e não ficam marcados. Para quem não se importa com preço, os que têm 10 ou mais tramas são fininhos, protegem muito do sol e são bem delicados. Um chapéu Panamá pode vir a custar entre 35 e 1200 dólares estadunidenses. A origem desse chapéu encontra-se no século XVI quando os espanhóis conquistaram o Equador. Nessa época, os nativos usavam uns chapéus bem parecidos com as toucas utilizadas por freiras e viúvas na Europa e por esse motivo nomeram-nos de “toquilla”. Fabricado com a palha da planta Carludovica palmata e tecido em trama bem fechada, a palha cresce nas proximidades da costa equatoriana e a 100 e 300 metros de altitude. Deram-lhe o nome de Carludovica em homenagem ao rei Carlos V e a sua esposa Ludovica.

Em 1846 teve inicio a “Corrida do Ouro”. Exploradores que passavam pelo Panamá rumo à California, sempre compravam um chapéu. A fama do chapéu se expandiu de uma tal maneira que as pessoas nomearam-no de Panamá. Manuel Alfaro, um homem de negócios do Equador, viu a possibilidade de expandir o seu comércio exportando chapéus e abrindo diversas lojas no Panamá. Em 1855, um francês que vivia no Panamá usou o chapeu na Feira Mundial de 1855 e Napoléon III também usou o chapéu e isso ajudou a difundir o uso de chapéu Panamá na Europa.

Durante a construção do canal, muitos trabalhadores usavam esse chapéu e a popularidade cresceu enormemente durante a visita do presidente Theodore Roosevelt ao Canal do Panamá. Ele foi fotografado usando um chapéu Montecristi. Astros de Holywood usavam esses chapéus dentro e fora das telas e os filmes Casablanca e E o vento levou divulgaram bastante a moda desse objeto tão desejado. Winston Churchill, Harry Truman, Albert Santos Dumont, Humphrey Bogart, Clark Gable, Michael Jackson e Madonna são algumas das inúmeras personalidades que aderiram à moda desse acessório.

Hotel Intercontinental Miramar, Cidade do Panamá

Localizado em frente a “Cinta Costera”, uma faixa para pedestres em frente ao Oceano Pacífico e bem no centro moderno da capital, com vista para os belíssimos edifícios de Punta Paitilla, para o Canal de Panamá e o bairro Casco Viejo, o hotel é icônico. Logo na chegada nota-se um jardim esplendoroso em frente da propriedade anunciando que tudo nesse hotel de 25 andares é cuidado nos mínimos detalhes.

O lobby é também o local de encontro dos hóspedes e de não-hóspedes, pois não muito distante está o Lobby Bar, que serve excelentes coquetéis. Mesmo estando com alta ocupação não se vê muita gente circulando pelo hotel como em muitos outros pelo mundo. Totalizando 186 aposentos sendo 14 suítes, 1 Royal e seis andares exclusivos com quartos executivos com sala de estar no Club Intercontinental, todos são super espaçosos.

Em uma das suítes, na ante-sala estão a máquina de café expresso, um minibar com água mineral gratuita e amplos armários. Na sala principal, com vista de tirar o fôlego para o Oceano Pacífico, uma televisão LED, além de várias saídas de tomadas para aparelhos eletrônicos e um terraço com vista para o Oceano Pacífico e o Canal do Panamá.

No gigantesco banheiro, um box em mármore com chuveiro com água que cai como se fosse chuva torrencial, duas pias separadas, um telefone e o toilete. O banheiro é equipado com tudo o que o cliente necessita pra ter uma estada mais que confortável.

Dentro do quarto, uma banheira de imersão profunda com vista para a cidade, uma escrivaninha para trabalho com telefone e uma segunda televisão LED. Todos os aposentos têm cortinas escuras para reter a luminosidade.

Comer no único restaurante do hotel, no Bay View, bem espaçoso e com a decoração inspirada no Mediterrâneo, é uma autêntica viagem gastronômica pela América Central.

A primeira refeição do dia é servida aqui. Há uma estação com uma chefe, que prepara waffles e ovos em vários modos. O omelete com queijo, tomate, cebola e pimentão é uma delícia. O restaurante serve seja comida à la carte ou bufê. O bufê é bem variado com frutas, queijos, leites, sucos, pratos quentes e saladas.

No jantar o menu muda constantemente e pratos típicos são oferecidos. Tamales, sopa de peixe e pernil de porco são algumas das deliciosas iguarias servidas. É necessário deixar lugar para as sobremesas porque são várias.

Os clientes hospedados no Club Lounge podem se servir de bebidas alcoólicas premium à vontade e comer uma variedade de pratos deliciosos e bem apresentados; um menu que muda diariamente.

O Club Lounge é um lugar para ser disfrutado após um longo dia de passeios ou mesmo para reuniões de negócios.

O hotel tem um Spa e uma academia de ginástica. Para os dias ensolarados, O hotel tem piscina com uma cascata para adultos e crianças e uma área de laser com várias espreguiçadeiras e ombrelones.

Por fim, vale a pena conhecer o Panamá e se a hospedagem for no Hotel Intercontinental Miramar, a viagem será ainda mais inesquecível.

Para mais informações, visite:

www.visitcanaldepanama.com

Victor’s Panama Hats Calle 3 , Casco Viejo +507 211-0756

www.ihg.com

Créditos: Texto e fotos: Maurício de Souza

COOL Magazine faz festa exclusiva de 24 anos no CARAT Rooftop

No último domingo a revista COOL Magazine celebrou seus 24 anos de legado na “Cool Exclusive Annual Party”, um sunset com muita Música, Moda, Gastronomia e Arte para o lançamento da nova edição, número 124, estrelada por Deborah Secco e contou com o desfile exclusivo da marca Inffinity Store.

Uma das atrações principais da festa foi o “FANCY INC”, conhecido por produzir os principais hits em parceria com Vintage Culture, como “In the Dark” e “My Girl”.

Confira a galeria de fotos desse COOL DAY.

COOL Magazine celebra seus 24 anos no CARAT Rooftop com desfile da marca Inffinity Store e atração exclusiva de FANCY INC e Boghosian

Neste domingo, a revista COOL Magazine celebra em grande estilo seus 24 anos de legado na “Cool Exclusive Annual Party”, um sunset com muita Música, Moda, Gastronomia e Arte para o lançamento da nova edição, número 124, estrelada pela celebridade Deborah Secco.

Após anos de experiência no mundo da moda, Priscila Delphino, diretora criativa e a grande idealizadora da marca, cria a sua própria grife, pensando em vestir as mulheres com estilo e sofisticação, surge então a grife Inffinity Store, desde 2017, com a simbologia do infinito, já que o conceito da marca é a diversidade de estilos.

Uma das atrações principais da festa de aniversário da COOL 24 Anos será “FANCY INC”, conhecido por produzir os principais hits em parceria com Vintage Culture, como os grandes hits “In the Dark” e “My Girl”.

Confira a programação completa da sunset party com line-up exclusivo:

15:00 – Welcome Drink
15:30 – Desfile Inffinity Store

ROOFTOP
16:00 – Adam Klein
17:00 – Morgana Ferrer
19:00 – Darick Gyorgy
21:00 – Jardim x Keller

CLUB
20:00 – Boghosian
21:30 – FANCY INC
23:00 – Tom Keller
00:30 – Marcelo Jardim

Serviço
Local: CARAT Rooftop
@carat.oficial
Horário: a partir das 15hrs.
Endereço: Alameda Campinas, 1631 – Jardim Paulista
Reservas e mais informações: http://www.grupocarat.com.br/

The Palm Beaches: O lugar onde os bilionários dos Estados Unidos da América escolheram para viver

Há muito o que se fazer nessa região da Flórida que é formada por 39 cidades. Geralmente quando se escolhe um lugar para morar ou ter uma casa de férias é sempre para viver com mais qualidade de vida.

Na lista da revista Forbes de 2021, 50 bilionários estadunidenses têm uma segunda ou terceira residência na ilha de Palm Beach. Localizada entre o Oceano Atlântico e o lago Worth, fica bem perto de três aeroportos: Aeroporto Internacional de Palm Beach (PBI, cerca de 15 minutos), Fort Lauderdale (FLL, cerca de 1 hora) e Miami (MIA, cerca de 1 hora e 15 minutos). Esse lugar dos bilionários foi escolhido também pelo clima ameno durante o rígido inverno no Hemisfério Norte.

 

Durante o período de novembro a maio, os assim chamados de “snowbirds” se mudam para a Flórida em busca do calor. E como era de se esperar, a quantidade de lojas de artigos de luxos, bares, restaurantes, galerias de arte, concertos, campeonatos de golfe e equestres e concessionárias de automóveis esplendorosos é impressionante.

Tudo é feito para atender aos desejos dos poucos sortudos que podem passar uma parte do ano na Riviera Americana. A impressão que se tem de quem visita The Palm Beaches é que tudo foi construído facilmente e sem dificuldades, porém, não. Graças ao magnata Henry Morrison Flagler, a Flórida se tornou um paraíso agricultural, um destino de férias e um excelente lugar para viver.

Henry Morrison Flagler (1830-1913)

A história do desenvolvimento da Flórida se entrelaça com a história do magnata Henry Morrison Flagler. Até o começo do desenvolvimento, a Flórida era somente um grande pantanal com uma pequena faixa de terra onde se podia construir algo. Quando o magnata visitou a Flórida em 1878, se encantou pelas belezas naturais, porém viu também uma grande oportunidade de desenvolver uma região onde as pessoas pudessem morar, trabalhar e se divertir. E durante os meses de inverno no norte do país, o lugar ideal para passar férias e fugir do frio.

Quem foi Henry Morrison Flagler? Nascido de família humilde, conheceu John D. Rockefeller e Samuel Andrews e juntos formaram em 1870 a Standard Oil Company, umas das maiores e mais rentáveis empresas de petróleo do mundo por mais de um século. Quando perguntaram a John D. Rockefeller como a firma tinha conseguido abrir filiais em outros estados, respondeu que “gostaria de ter tido o cérebro para pensar nesse assunto, mas foi mérito de Henry Morrison Flagler”. Flagler sempre foi um visionário.

Em 1878, após conselhos médicos, viaja para Jacksonville, Flórida para passar o inverno em um lugar mais quente com a sua esposa Mary, que estava muito doente. Dois anos após a morte da esposa em 1881, se casa com a enfermeira Ida Alice Shourds e, após o casamento, viajam para St. Augustine, Flórida. Henry Morrison Flagler se encanta com o lugar, mas nota que não havia hotéis nem um sistema de transporte adequado. Foi então que decide deixar a direção da Standard Oil Company para se ocupar das operações diárias da nova empresa na Flórida. Quando retorna à região em 1885, constrói seu primeiro hotel, o Ponde de Léon. Para poder desenvolver o restante da Flórida, achou necessário construir uma estrada de ferro.

No dia 31 de dezembro de 1885, ele compra a Jacksonville, St. Augustine and Halifax Railway e em 9 de setembro de 1895 a empresa Florida East Coast Railway estaria formada. Em 1912, toda a malha ferroviária estaria operando desde Jacksonville até Key West e em cada cidade onde o trem passava, ele construiu um hotel. Levando turistas para o sul e trazendo produtos frescos para o norte, a FEC Railway ajudou a construir a Flórida moderna e impulsionou dois principais setores econômicos – o turismo e a agricultura – fazendo-os crescer e florescer. Henry Morrison Flagler deixou um grande legado e não seria exagerado dizer que nenhum indivíduo foi tão importante para um estado como Henry Morrison Flagler foi para a Flórida.

Através da Florida East Coast Hotel Company, Henry Morrison Flager construiu ou comprou 13 hotéis criando um legado de luxo que resistiu ao tempo e um perfeito exemplo é o famoso The Breakers Hotel.

Eis aqui uma pequena lista de atividades em Palm Beach Island para quem quiser passar um fim de semana memorável.

Museu Henry Morrison Flagler

No dia 30 de março de 1902 saiu uma nota no New York Herald que Whitehall, a casa de Palm Beach de Henry Morrison Flagler, era “mais bonita do que muitos palácios na Europa e de muitas casas pelo mundo”. Construída como presente de casamento para sua esposa Mary Lily Kenan Flagler, a mansão foi edificada em estilo Beaux Arts pelos arquitetos John Carrere e Thomas Hastings, os mesmos responsáveis pela construção do Hotel Ponce de Léon em St. Augustine, na Flórida.

São no total 77 quartos e o interior foi decorado pela Pottier & Stymus, que optou por estilos dos períodos Louis XIV, Louis XV, Louis XVI, Renascença italiana e François I. Durante o período que a família Flagler ficava em Whitehall, fazia inúmeras festas e era o local de encontro da alta sociedade. Em 1913, Henry Morrison Flagler morre e sua esposa nunca mais voltou a se hospedar em Whitehall até 1917. No final do mesmo ano, Mary morre e a casa é deixada para a sobrinha Louise Clisby Wise Lewis, que vende para um grupo de investidores que transformou o local em um hotel.

Em 1959, Whitehall estava caída aos pedaços e foi quando a neta de Henry Morrison Flagler cria uma organização sem fins lucrativos e consegue transformar Whitehall em museu. A mansão possui um grande acervo de móveis antigos e vestuários. É muito interessante fazer uma visita ao museu para poder entender como viviam os ricos naquela época. Dentro do museu esta a carroça número 91 construída em 1886 para Henry Morrison Flagler.

A carroça foi completamente restaurada utilizando documentos da época de modo a não perder a originalidade. Foi nela que Henry Morrison Flagler viajou de St Augustine até Key West concluindo e finalmente celebrando o seu tão desejado sonho.

The Breakers Hotel

Construído em 1896, esse resort milionário foi um dos vários hotéis edificados por Henry Morrison Flagler. Após dois incêndios e algumas reconstruções, o hotel é o local preferido das celebridades e dos muitos milionários que passam pela cidade. A entradas triunfal do resort com uma alameda de palmeiras, plantas, flores perfumadas, a maravilhosa fonte e os automóveis luxuosos, já indicam que o lugar é frequentado por pessoas de alto poder aquisitivo.

imagem fornecida por “Cortesia The Breakers Palm Beach”

Repleto de detalhes e luxuosíssimo, o resort tem a decoração inspirada em palácios europeus e é impossível não notar tamanha opulência. O resort tem vários restaurantes e bares e o que merece destaque é o Seafood Bar.

Com vista panorâmica para o Oceano Atlântico, que serviu como inspiração para a decoração, esse é um dos mais badalados e disputados restaurantes da ilha. A cozinha aberta, uma bancada com frutos do mar e uma quantidade enorme de garrafas de vinhos dão as boas-vindas aos clientes. O bar é a atração principal, pois exibe um aquário com peixinhos e corais multicoloridos.

O menu bem completo propõe delícias, como: Tartar de atum servido em folhas de alface e abacate, ostras, garoupa servida com cogumelos e aspargos e apetitosas vieiras. Para fechar com chave de ouro, vale a pena ir ao HMF, o famoso bar que presta homenagem a Henry Morrison Flagler.

Entrando no local, a impressão que se tem é de estar em um ambiente glamuroso dos anos 30 e estar conversando com magnatas, como: Os Rockefellers, os Astors, os Carnegies, os Morgans e alguns presidentes americanos e membros da nobreza europeia.

O painel com mais de 2000 garrafas de vinhos premium, o salão com pés-direitos altíssimos, os belíssimos lustres e os maravilhosos arranjos florais são bem convidativos. Como cocktails a sugestão pode ser o Mojito Royale e um Old Fashion. Já como sobremesas, o trio de cookie quente com sorbet de baunilha do Tahiti, a torta de chocolate Gianduia com sorbet de caramelo e sal marinho e o Alaska assado do HMF, são realmente de tirar o fôlego.

Em um certo momento, o chefe vem à mesa e flambra essa última sobremesa; um verdadeiro espetáculo. Tudo isso acontece enquanto se ouve músicas selecionadas pelo Diretor de Entretenimento Kirill Basov.

Cafe Boulud

Localizado dentro do hotel histórico The Brazilian Court e a poucos passos da famosa Worth Avenue, o local foi inaugurado em 2003 e desde então recebe visitantes do mundo inteiro. Quem conhece o restaurante do famoso chefe francês Daniel Boulud em New York, sabe que não tem como errar na escolha do restaurante homônimo em Palm Beach.

Cafe Boulud tem uma área externa com verdejantes palmeiras e mesas com elegantes guarda-sóis. Ao som dos pássaros, o cliente estará vivendo momentos únicos. Para iniciar o menu degustação do almoço, recomenda-se o daiquiri Hemingway servido gelado e um delicioso polvo grelhado com mousse de abacate e beterrabas. Em seguida, massa com tinta da lula e para terminar, um mil-folhas de manga com maracujá e sorbet de fruta-do-dragão.

Almond Palm Beach

Frequentadores de New York e dos Hamptons com certeza reconhecerão o restaurante homônimo em Palm Beach. Localizado em Royal Poinciana Way, o restaurante traz no menu uma eclética mistura de comida francesa com ingredientes locais. A decoração é típica de um bistrôt francês com suas cadeiras e mesas de madeira e ventiladores de teto. É possível sentar-se ao ar livre também.

O chefe de cozinha Jason Weiner utiliza somente ingredientes frescos e sazonais de fazendas locais. As fazendas Lox, Kai-Kai, Dakin Dairy, Swank e Holman’s Harvest são as preferidas. A seleção de vinho é bem vasta propondo vinhos da França, da Califórnia e de Long island, além de uma lista com saborosos cocktails e cervejas artesanais. Recomenda-se os pratos clássicos e típicos da França e também as ostras provenientes do norte do país, filé com fritas trufadas e mousse de chocolate.

Sant Ambroeus

Dentro do pequeno shopping center Royal Poinciana Plaza está esse icônico restaurante italiano. Com sede em Milano, na Itália desde 1936, tem outras filiais em New York. O local de Palm Beach é muito chic e evoca ares de um café italiano dos anos 50 com uma decoração em mármore e mógano. Local para ver e ser visto, esse maravilhoso restaurante oferece os típicos pratos italianos, porém revisitados e sob o comando do chefe Marco Barbisotti.

A carta de vinho e de cocktails é bem vasta e os produtos utlizados no menu são frescos e sazonais. Para quem gosta de massas, os espaguetes com queijo cacio e pimenta são dos deuses e o robalo com aspargos e molho de tomate é um delirio. É quase que obrigatório deixar espaço para sobremesas porque Sant Ambroeus é famoso também por ser uma doceria e casa de chá servindo os deliciosos sorvetes e doces italianos.

Todo o tour na ilha de Palm Beach foi realizado com a turismóloga Leslie Diver, que mostra os lugares mais icônicos, como: A magnífica Worth Avenue, o museu Henry Morrison Flagler, as mansões das celebridades, o jardim botânico Pan’s Garden, além de outros lugares interessantes. Leslie narra a história da fundação da ilha de Palm Beach e muitas outras preciosidades que os livros não contam e de uma maneira bem leve. Passar uma tarde com Leslie é maravilhoso.

Por fim, um visita à Palm Beach ficará para sempre na memória de quem puder visitá-la.

Para maiores informações, visite os sites:

www.thepalmbeaches.com

www.flaglermuseum.us

www.thebreakers.com

www.cafeboulud.com

www.almondrestaurant.com

www.santambroeus.com

www.islandlivingpb.com

Texto e fotos: Maurício de Souza
Instagram: @mauriciocool
Email: souzamauricio@hotmail.com

CONHEÇA A TRAJETÓRIA DE SUCESSO DE TAMMY CAMARGO

A CEO do Congresso de Micropigmentación Estética CME e também do Congresso Imparables conta um pouco sobre sua trajetória e o seu mais novo congresso na América Latina. 

Após perder absolutamente tudo devido uma crise no governo Colômbiano onde Tammy Camargo prestava serviços, encontrou se perdida profissional, emocional e financeiramente, e foi no meio disso que recebeu um e-mail, um convite com informações  de um congresso na Alemanha sobre micropigmentação e estética, como um chamado, ela foi descobrir do que se tratava, inscreveu-se para o congresso.

Ao chegar lá, simplesmente se apaixonou, se sentiu viva novamente, naquele momento tinha uma certeza, um novo sonho…Um dia teria o seu próprio congresso. E apenas dois anos depois, Tammy Camargo é a responsável pelo congresso mais famoso da Colômbia, levando congressistas e palestrantes do mundo todo, inclusive do Brasil, que desta vez conta com a participação de nomes renomados como Andréia Ferreira, Lorrane Iack e Jhames Olaya. 

Neste congresso além das palestras com muitas novidades do mundo da micropigmentação também acontecerá um campeonato para revelar os maiores nomes na área, inclusive será o primeiro campeonato de reconstrução areolar, técnica essa destinada a mulheres que passaram pela mastectomia pós câncer de mama. 

Thammy convida todos para essa e próximas edições deste evento incrível, aproveitando também o roteiro de turismo aos mares do Caribe, simplesmente lindos .

Serviço: @tammycamargo_spmu