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LA BELLE Bandage

Foto: Luis Morais

Texto: Barbara Massari

Inspirada pela paixão por moda e empreendedorismo, a empresária Sarah Salomão criou em 2015 uma marca de roupas, a LA BELLE Bandage. Com o propósito de inovar e trazer uma leitura diferenciada e exclusiva ao tecido bandage, a marca carrega em seu DNA a conciliação entre o sensual e o elegante, exibindo uma preocupação ao valorizar as formas do corpo feminino, utilizando cores, texturas e modelagens atuais. 

As peças são produzidas em pequena escala, procurando atender os mais altos níveis de qualidade, mantendo o que há de mais encantador na marca, o acabamento impecável em todas as modelagens. Por dentro de todas as produções, há uma excelente equipe de criação responsável pelo desenvolvimento de peças exclusivas e de qualidade. 

“Nós prezamos pela excelência, tudo é feito com muito amor e carinho. O que torna a LA BELLE diferenciada, além de ter peças impecáveis, buscamos um atendimento personalizado para cada cliente”, pontua Sarah Salomão.

A LA BELLE vem conquistando o mercado nacional e internacional e se tornou uma das marcas mais desejadas do momento. Desenvolvidas com um design atemporal, os modelos são peças exclusivas que transitam entre a elegância e modernidade. O mais novo projeto da LA BELLE Bandage é a participação de um showroom em NYC com o intuito de impulsionar ainda mais suas vendas no exterior.

Por ter se consolidado com a confecção de vestidos, a LA BELLE buscou em inovações e desenvolveu uma coleção com peças lindíssimas, que vão além dos vestidos, apostando em blazers e boleros e claro, com um toque especial, com bandage! 

https://www.instagram.com/p/B8O36vdBDq5/

Serviço:
LA BELLE Bandage
Instagram: @labelle_bandage
Telefones: (11) 98362-6658 / (11) 5052-4722
Endereço: Alameda dos Maracatins, 426 – Conjunto 111 – Moema, São Paulo

Vintage Culture é atração principal do Mercedes-Benz Night 2020

Foto: Divulgação

A noite de hoje, 11 de fevereiro, marca a abertura da temporada de eventos 2020 da Mercedes-Benz do Brasil. Durante a noite, os apaixonados pela marca poderão curtir a apresentação de Vintage Culture, considerado um dos artistas mais badalados do momento.

Além disso o Mercedes-Benz EQC, primeiro carro 100% elétrico da marca, estará em exposição.Com o tema EQ Electric Intelligence, que retrata o foco em eletrificação que a marca vem investindo globalmente, os convidados serão recebidos em um mood de experiência tecnológica e artística, que reforça exatamente a narrativa e a proposta do evento com foco na sustentabilidade e preocupação com o meio ambiente.

A festa será totalmente livre de emissões de gás carbônico com a finalidade de diminuir o impacto gerado por um evento deste porte. Para isso, a Mercedes-Benz firmou parceria com a Zero Carbon, que calculou a emissão de carbono gerado na produção e durante o evento e, a partir deste cálculo, transformará este volume em títulos de carbonos, que são administrados pela ONU, e revertidos em sementes de árvores plantadas ao redor do mundo. Com esta iniciativa, a Mercedes-Benz tem o objetivo de neutralizar o impacto gerado no meio ambiente. São 20 ton de CO2.

Com o Mercedes-Benz Night, temos o objetivo de mostrar aos nossos convidados tudo que a marca acredita e projeta para o futuro da mobilidade. No evento, vamos expor sete modelos do nosso portfólio, além de um carro-conceito. Como em todos os anos, nossa festa tem foco no relacionamento com os nossos clientes, que estão no centro do nosso negócio. Nesta edição, queremos ressaltar a forma como eles se relacionam hoje e irão se relacionar no futuro com os automóveis da marca” explica conclui Evandro Bastos, gerente de Marketing Automóveis Mercedes-Benz Brasil.

A cenografia da festa é assinada pelo arquiteto Henrique Guerra e conta com a produção e direção criativa da agência Samba. O evento acontece no espaço Parque Estaiada, localizado ao lado da ponte Estaiada, símbolo do urbanismo da capital paulista e que retrata com exatidão a sinergia entre pessoas, cidade, natureza e tecnologia.

Os projetos cenográfico e de iluminação foram pensados para aguçar os sentidos por meio de experiências visuais únicas em um mesmo ambiente.

Acompanhe mais novidades pela hashtag #MBNight e pelos canais oficiais da Mercedes-Benz nas redes sociais @MercedesBenzBrasil.

Da Sistina, um restaurante em Roma e uma estrela que sobe

Comer na Itália por si, é uma experiência única e se for no restaurante Da Sistina, em Roma, será uma recordação para o resto da vida. É quase como estar comendo dentro da Capela Sistina, no Vaticano, onde tudo é perfeito.

Foto: Divulgação

Texto: Maurício de Souza
Fotos: Maurício de Souza

São várias opções de restaurantes em Roma e um templo gastronômico não é só avaliado pela culinária, mas também pelo serviço impecável, que é algo de primordial quando se trata do mundo da restauração.

Localizado dentro do Hotel de la Ville, uma outra propriedade recém-inaugurada pelo hoteleiro Sir Rocco Forte, o local está situado perto da igreja Trinità dei Monti e da Piazza di Spagna e em uma rua com lojas de artigos de luxo, como a Bvlgari.

Como faz parte da rede hoteleira Rocco Forte, é óbvio que tudo é de extremo bom gosto. O local nos remete à uma antiga trattoria com piso em mármore preto e branco, cadeiras em veludo vermelho cardeal e painéis nas paredes pintados à mão.

O menu é moderno propondo pratos típicos romanos e especialidades de outras cidades italianas. Tudo orquestrado pelo chefe Fulvio Pierangelini, que utiliza somente produtos sazonais e frescos. Como o menu muda constantemente, durante a estação da colheita dos cogumelos, trufas brancas e negras, o hotel prepara receitas baseadas nessas delícias e pratos com apresentação absolutamente impecáveis.

No restaurante Da Sistina, a típica massa cacio e pepe, feita com queijo de ovelha e pimenta preta, vem acompanhada de camarão cru. As vieiras também são servidas com lascas de trufas brancas e, como acompanhamento, abobrinha seca e frita.

Para terminar, umas das sobremesas mais espetaculares da vida: peras caramelizadas com trufas brancas e sorbet de leite. Todo o jantar pode ser harmonizado com vinhos escolhidos pelo sommelier.

As trufas brancas de Alba são as mais caras e consumidas cruas sobre o prato já elaborado de modo que se possa apreciar o aroma dessa iguaria. Um quilo de trufas pode vir a custar cinco mil euros. Essa maravilha gourmet se encontra debaixo do solo e é descoberta por cães farejadores, que são treinados para achá-las.

A trufa só cresce no outono europeu e perto de árvores como o salgueiro, a castanheira, o carvalho e a nogueira. Durante esse período é uma verdadeira emoção ver os habitantes da região do Piemonte saírem à busca dessa iguaria, que vem sido apreciada desde a Antiguidade. Por causa do nascimento e do crescimento subterrâneo, sempre foi considerada misteriosa e existem muitas lendas sobre essa delícia dos deuses.

História da Trufa

O termo “trufa” vem do latim “terrae tufer”, o crescimento da terra onde o tufer seria usado em vez de tubérculo: é certo que sua antiga presença entre os povos mediterrâneos, e as primeiras notícias aparecem na obra “Naturalis Historia” do estudioso latino Plínio, o Velho (79 d.C.), do qual é evidente que o tubérculo era altamente apreciado na mesa dos romanos que provavelmente o conheciam.

Acontece que os babilônios já o conheciam em 3000 a.C. e temos evidências de sua presença também na dieta dos sumérios e na época do patriarca Jacó, por volta de 1700 a.C.: da Mesopotâmia sua fama se estendeu à Grécia, e foi aqui que no século I D.C. o filósofo Plutarco de Cheronea formulou a hipótese imaginativa de que as trufas seriam geradas pela combinação de água, fogo e raios arremessados por Zeus perto de um carvalho, uma árvore sagrada para ele, e essa ideia foi tomada pelo poeta Juvenal também. Como Zeus/Júpiter também era famoso por sua atividade amadora, a trufa foi atribuída a propriedades afrodisíacas, tanto que o médico grego Galeno escreveu que a trufa era muito nutritiva e que poderia “desencadear a voluptuosidade”. 

Nos tempos romanos, a trufa era muito apreciada pelo seu gosto e tinha um preço alto justamente por causa de sua raridade, devido à sua difícil disponibilidade: as primeiras receitas de pratos de trufas são encontradas na “De re coquinaria”, obra de Marco Gavio conhecido por  Apicio, que era uma famoso gastrônomo na época do Imperador Tibério.

Durante a Idade Média, a trufa foi referida como comida do diabo e banida de qualquer dieta: acreditava-se ser venenosa, e isso dependia do fato de que poderia crescer em solos onde havia ninhos de víboras, utensílios de ferro enferrujados ou mesmo cadáveres ou carcaças: foi no Renascimento que a trufa não só foi redescoberta, mas que até se tornou um grande protagonista de cantinas aristocráticas, basta pensar que em 1500 Caterina dè Medici trouxe para a corte da França a trufa branca que se desenvolveu no Castelo Medici de Cafaggiolo em Barberino di Mugello, perto de Firenze.

Para mostrar a importância desse tubérculo na gastronomia, o compositor Gioachino Rossini criou o célebre Tornedor (filé de carne) Rossini utlizando trufas e o Conde Camillo Benso Cavour usava trufas para melhorar as relações diplomáticas com países estrangeiros.

Em 1700, depois de abandonar o costume de temperar alimentos com quantidades consideráveis de especiarias, a prática de usar trufas para dar sabor aos pratos foi generalizada nas várias cortes europeias, especialmente na França, onde uma predileção para o Negro precioso-Melanosporum Vitt. se desenvolveu, e na Itália, onde foi afirmado o consumo de trufa branca – Magnatum Pico – A reputação das trufas continua até hoje: é considerada um dos alimentos mais valiosos de todos os tempos, preferido pelos profissionais da alta gastronomia.

Por fim, aproveite a estadia em Roma e durante a estação das trufas brancas, negras e cogumelos, o restaurante Da Sistina é uma excelente opção.

Para obter mais informações, acesse:
www.roccoforte.com
www.luxelatam.com

A relação de amor entre Pablo Picasso e o Hotel de Russie

Texto: Maurício de Souza
Fotos: Maurício de Souza

Sendo um dos hotéis mais icônicos de Roma, o Hotel de Russie foi um lugar de muita importância na vida do poeta Jean Cocteau e do pintor Pablo Picasso. Foi ali onde essas mentes brilhantes, juntamente com Serge Diaghilev, produziram o primeiro balé cubista do mundo.

Numa carta para a mãe, o escritor, diretor de filmes e artista francês Jean Cocteau escreveu que o Hotel de Russie era “um paraíso na Terra”. Um lugar onde ele podia colher laranjas desde a janela do quarto enquanto conversava com o amigo Pablo Picasso, que tinha se mudado para Roma. Durante a Primeira Guerra Mundial, a maioria dos amigos de Pablo tinham escapado para outros países ou se alistado para a guerra. Foi então que Jean Cocteau escreveu para o artista, convidando-o para passar um tempo em Roma.

Pablo acabou ficando na cidade durante uns três meses, ficou passeando e se inspirando nas pequenas ruas e nas belíssimas praças. Foi nesse período que o artista conheceu o empresário russo Serge Diaghilev e formaram uma grande amizade. Desse grande companheirismo nasceu a ideia de criar o primeiro balé cubista, que seria apresentado pelo grupo de dança Ballet Russes de Diaghilev. Enquanto o focus de Pablo Picasso seria a cenografia, Jean Cocteau se responsabilizaria pela narrativa.

Foi também durante esse período que Pablo Picasso conheceu sua esposa, a bailarina Olga Koklova. Logo após o término da guerra e após a temporada em Roma, a família Picasso decide voltar para Paris, onde a bailarina lhe fez conhecer muitas pessoas importantes. Paris era o centro das festas e dos acontecimentos sociais na época.

Pablo Picasso e Olga Koklova// Fine Art Images/Heritage Images/Getty Images

Hotel de Russie, Roma

Construído no começo do século XIX, o Hotel de Russie foi um projeto do arquiteto italiano Giuseppe Valader. O mesmo arquiteto que redesenhou a Piazza del Popolo, considerada umas das mais bonitas da Itália. Após um longo período pós-guerra, o Hotel de Russie ficou praticamente abandonado até que no ano de 2000, a família do hoteleiro Sir Rocco Forte, comprou o hotel e o transformou em um dos mais belos exemplares da hotelaria de luxo.

Localizado na Via del Balbuino entre a Piazza del Popolo e a Piazza di Spagna, o hotel é um verdadeiro sonho. Para os amantes de compras, a Via del Balbuino é indicada para os que têm cartão de crédito ilimitado, pois não fica distante das outras ruas importantes para compras como a Via Frattina, Via del Gesù e Via dei Condotti.

O hotel foi reestruturado pela talentosa Olga Polizzi, que é a Designer de Interiores da rede hoteleira Rocco Forte e irmã do fundador da rede, Sir Rocco Forte. Olga Polizzi não mediu esforços e competência durante esse longo trabalho de reestruturação e assegurou que o estabelecimento mesclasse o elegante classicismo da Roma Antiga com um ar mais contemporâneo, sem deixar de ser influenciado pelo estilo Art Déco dos anos entre as duas guerras.

Totalizando 120 quartos e suítes, alguns têm vista para o pátio e outros para a Piazza del Popolo. Todos os aposentos não são somente um quarto de hotel e sim um lugar para que o hóspede se sinta na sua própria casa. Todos os “gadgets” estão disponíveis para o hóspede moderno e exigente. Não falta absolutamente nada. Camas gigantescas e confortáveis com o emblema da família imperial russa, os Romanov – o último Czar, Nicolai II e Alexandra Feodorovna passavam meses no hotel -, cortinas de seda damascada, livros de arte e história, peças de Antiguidade e mobiliário feito sob medida embelezam o magnífico cenário.

Símbolo da família imperial russa.

O banheiro é todo em mármore e com banheira de imersão profunda e, como amenidades, oferecem cosméticos da Forte Organics, empresa criada por Irene Forte, filha do Sir Rocco Forte. Os ingredientes ativos são provenientes dos jardins orgânicos de um outro hotel do grupo, o Verdura Resort. Laranjas, limões, amêndoas, abricó, babosa, figo da Índia, azeite de oliva e água Geraci, dos montes do Parco Naturale Regionale delle Madonie, integram os produtos de Forte Organics.

Um ambiente que atrai os turistas chiques e homens de negócio para o Hotel de Russie é o pátio. Um oásis verdejante e aberto eleva qualquer um que o visite a um estágio de serenidade máxima. Nem parece que se está dentro de um hotel e no que pode ser a caótica Roma. E nesse lindo pátio com pinheiros e árvores cítricas é onde estão o Bar Stravinskiji e o restaurante Le Jardin de Russie, sob a direção do chefe de cozinha estrelado Michelin, Fulvio Pierangelini.

A primeira refeição do dia é feita no Le Jardin d Russie. Nos dias não tão frios é possível sentar-se do lado de fora com vista para o pátio e o jardim secreto. O menu é estilo buffet chic com tudo o que se possa imaginar: sucos, frutas, pães normais e sem glúten, tortas, queijos delicados, mozzarella de búfala, presunto, salmão defumado, águas minerais, prosecco e tantas outras delícias.

Além do buffet chic, o menu oferece ovos cozidos em qualquer estilo.

O hotel tem um Spa com seis cabines propondo vários tipos de tratamentos corporais e faciais, uma piscina com água salgada, sauna seca e à vapor, uma academia de ginástica com aparelhos de última geração e o salão de cabelereiro Serini.

Por fim, se quiser descobrir o hotel onde Jean Cocteau disse que era o verdadeiro paraíso, nada melhor que vivenciar essa experiência no Hotel de Russie. Será uma experiência maravilhosa.

Para obter mais informações:
www.roccofortehotels.com
www.luxelatam.com

‘Parasita’ é o grande vencedor do Oscar 2020, com quatro prêmios.

A produção sul-coreana se tornou a primeira não falada em língua inglesa a vencer como Melhor Filme do Ano. Confira abaixo a lista completa de vencedores.

Texto: Barbara Massari

Foto: Divulgação

“Parasita” foi o grande vencedor do Oscar neste domingo (9). A dramédia sul-coreana sobre diferença de classes recebeu quatro estatuetas e se tornou o primeiro não falado em língua inglesa a vencer como Melhor Filme.

“Vou beber muito essa noite”, brincou o diretor Bong Joon-Ho em uma das muitas vezes que subiu ao palco. Além do principal prêmio, o cineasta também ganhou como roteiro original, diretor e filme internacional.

Melhor filme

Parasita – VENCEDOR
O Irlandês
Adoráveis Mulheres
Era Uma Vez em… Hollywood
História de um Casamento
1917
Coringa
Ford vs Ferrari
Jojo Rabbit

Equipe do sul-coreano ‘Parasita’ celebra vitória na categoria de melhor filme do Oscar 2020 //Getty Images (Photo by Kevin Winter/Getty Images)

Melhor atriz

Renée Zellweger, por Judy – Muito além do Arco-Íris – VENCEDORA
Saoirse Ronan, por Adoráveis Mulheres
Charlize Theron, por O Escândalo
Scarlett Johansson, por História de um Casamento
Cynthia Erivo, por Harriet

Renée Zellweger recebe o Oscar de melhor atriz por ‘Judy – Muito além do Arco-Íris’ //Getty Images

Melhor ator 

Joaquin Phoenix, por Coringa – VENCEDOR
Antonio Banderas, por Dor e Glória
Leonardo DiCaprio, por Era Uma Vez em… Hollywood
Adam Driver, por História de um Casamento
Jonathan Pryce, por Dois Papas

Joaquin Phoenix vence o Oscar de melhor ator por ‘Coringa’ (09/02/2020) Kevin Winter/Getty Images

Diretor

Bong Joon-Ho, por Parasita – VENCEDOR
Martin Scorsese, por O Irlandês 
Sam Mendes, por 1917
Todd Phillips, por Coringa
Quentin Tarantino, por Era Uma Vez em… Hollywood

Melhor ator coadjuvante 

Brad Pitt, por Era Uma Vez em… Hollywood – VENCEDOR
Joe Pesci, por O Irlandês
Al Pacino, por O Irlandês
Anthony Hopkins, por Dois Papas
Tom Hanks, por Um Lindo Dia na Vizinhança

Brad Pitt vence o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante pela atuação no filme “Era uma vez em… Hollywood” Kevin Winter/Getty Images

Melhor atriz coadjuvante 

Laura Dern, por História de um Casamento – VENCEDORA
Scarlett Johansson, por Jojo Rabbit
Florence Pugh, por Adoráveis Mulheres
Margot Robbie, por O Escândalo
Kathy Bates, por O Caso Richard Jewell

Laura Dern, vencedora de melhor atriz coadjuvante por “História de um Casamento” Rachel Luna/Getty Images

Melhor filme internacional

Parasita (Coreia do Sul) – VENCEDOR
Corpus Christi
 (Polônia)
Honeyland (Macedônia do Norte)
Os Miseráveis (França)
Dor e Glória (Espanha)

Roteiro original

Parasita – VENCEDOR
Entre Facas e Segredos
História de um Casamento
1917
Era Uma Vez em… Hollywood

Bong Joon-ho e Han Jin-won recebem o prêmio de Melhor Roteiro Original por “Parasita” Kevin Winter/Getty Images

Roteiro adaptado

Jojo Rabbit – VENCEDOR
Coringa
Adoráveis Mulheres
Dois Papas
O Irlandês

Taika Waititi recebe o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Jojo Rabbit //Getty Images

Documentário 

Indústria Americana – VENCEDOR
The Cave
Democracia em Vertigem
Honeyland
For Sama 

Equipe de ‘Indústria americana’ recebe o Oscar de melhor documentário Foto: KEVIN WINTER / AFP

Animação 

Toy Story 4 – VENCEDOR
Como Treinar o Seu Dragão 3
Perdi Meu Corpo
Klaus
Link Perdido

Jonas Rivera, Mark Nielsen e Josh Cooley vencem o Oscar 2020 por “Toy Story 4″// REUTERS/Lucas Jackson

Canção Original 

(I’m Gonna) Love Me Again, Elton John por Rocketman – VENCEDOR
I Can’t Let You Throw Yourself Away, por Toy Story 4
Into The Unknown
, por Frozen 2
I’m Standing With You
, por Superação – O Milagre da Fé
Stand Up
, por Harriet

Elton John durante show na premiação do Oscar, em Hollywood Kevin Winter/Getty Images

Fotografia 

1917 – VENCEDOR
O Irlandês
O Farol
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood 

Direção de arte 

Era Uma Vez em… Hollywood – VENCEDOR
1917
O Irlandês
Jojo Rabbit
Parasita

Trilha sonora original 

Coringa – VENCEDOR
Adoráveis Mulheres
História de Um Casamento
1917

Star Wars: A Ascensão Skywalker

Figurino 

Adoráveis Mulheres – VENCEDOR
O Irlandês
Jojo Rabbit
Era Uma Vez em… Hollywood
Coringa

Maquiagem e Penteado 

O Escândalo – VENCEDOR
Malévola: Dona do Mal
1917
Coringa
Judy: Muito Além do Arco-Íris

Efeitos Visuais

1917 – VENCEDOR
Vingadores: Ultimato
O Irlandês
O Rei Leão
Star Wars: A Ascensão Skywalker

Edição de som

Ford Vs Ferrari – VENCEDOR
1917

Coringa
Star Wars: A Ascensão Skywalker
Era Uma Vez em… Hollywood

Mixagem de Som 

1917 – VENCEDOR
Ad Astra 

Ford Vs Ferrari 
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood 

Montagem

Ford vs Ferrari – VENCEDOR
O Irlandês
Jojo Rabbit
Coringa
Parasita

Animação em curta-metragem

Hair Love – VENCEDOR
Dcera (Daughter)
Kitbull
Memorable
Sister

Matthew Cherry e Karen Rupert recebem o Oscar de melhor curta de animaçãoImagem: REUTERS/Mario Anzuoni

Curta-metragem 

The Neighbors’ Window – VENCEDOR
Brotherhood

Nefta Footbal Club
Saria
A Sister

Documentário de curta-metragem 

Learning to Skateboard in a Warzone (If You’re a Girl) – VENCEDOR
Lifeovertakesme
St. Louis Superman
Walk Run Cha-Cha
In the Absence