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Risqué apresenta sua Coleção Primavera/Verão 2015: “Risqué Bagagens & Viagens”

Uma viagem é o melhor investimento que alguém pode fazer. Viajar enriquece a alma, abre novos horizontes, mostra novas cores e tons e proporciona bagagens incalculáveis – e inesquecíveis. Cada fotografia, porta-retrato e souvenir trazem uma lembrança e um aprendizado novo. Trazem fatos que comporiam, sem dificuldades, um belo livro de memórias. A partir do universo das viagens e das experiências que elas podem proporcionar, Risqué, marca líder em esmaltes no país, apresenta sua nova coleção Primavera/Verão 2015 Risqué Bagagens & Viagens.

Para criar o conceito de Risqué Bagagens & Viagens, a marca se inspirou nas cores, sabores, tecidos, monumentos e na cultura de alguns destinos muito conhecidos. As apostas para a estação são o azul, o vinho e o laranja, acompanhados de um nude, um violeta e um terroso. Mas todas essas cores ganharam um olhar inusitado, não são literais e típicas: foram interpretadas pelos viajantes.  Assim, o azul do tradicional azulejo Português ganha um toque metalizado e se transforma em um tom nada convencional; enquanto New York, a cidade mais cosmopolita do mundo, é representada por um vinho que brinda toda a felicidade que é estar lá. Já Milão, famoso por ser o centro da moda mundial, é simbolizado por um terroso que remete às melhores “selfies” de uma viagem dos sonhos.

Os nomes das seis cores foram criados a partir das expressões locais e que são comumente utilizadas para legendar fotos, ou em redes sociais com as famosas hashtags. Além disso, a nova coleção Risqué Bagagens & Viagens possui fórmula hipoalergênica, um novo pincel, que promove aplicação perfeita, e uma nova embalagem ergonômica e moderna.

“Risqué Bagagens & Viagens é a concretização do novo posicionamento e da nova assinatura da marca Risqué: A vida em cores”, afirma Daniella Brilha, Diretora de Marketing Risqué. “Risqué traduziu a experiência e a riqueza dos destinos do mundo em cores e nomes muito divertidos. A grande bagagem de uma viagem está nas memórias e nos aprendizados que trazemos. Por meio das cores, imaginamos os lugares ou viajamos de volta a eles”, completa a executiva.

 

Conheça as cores da Coleção Primavera/Verão 2015 “Risqué Bagagens & Viagens”:

Risqué Ora Pois, Lisboa: Não misture alhos com bugalhos, o azul dos Azulejos Portugueses ganhou uma releitura metalizada.
Risqué Ciao Milão: Mamma Mia, que terroso incrível.
Risqué I S2 NY: Oh my God! Esse vinho merece um brinde!
Risqué Are Baba, Índia: É cinza? É violeta? É tudo ao mesmo tempo… Atcha! Atcha! Atcha!
Risqué O Rio continua lindo: Lindo e cheio de graça, esse nude arrasa por onde passa!
Risqué Viva México!: Arriba! Arriba! Um laranja picante e alegre para celebrar a vida.

A coleção Primavera/Verão 2015 Risqué Bagagens & Viagens poderá ser encontrada nas principais drogarias, perfumarias e supermercados do país a partir de setembro.

Para mais informações sobre Risqué, acesse o site www.risque.com.br, o Facebook www.facebook.com/RisqueOficial e o Instagram @RisqueOficial.

Preço sugerido: R$ 3,60
SAC: 0800 011 11 45

Por Lara Müller
Foto: Divulgação 

Conquiste o efeito “beach hair”.

Cabelos ondulados e com leve volume é uma das principais tendências para a temporada mais quente do ano. Para quem tem cabelos lisos, mas não dispensa olook Verão, a Organix indica o Sea Salt Spray, produto elaborado com Sal Marinho que encorpa e modela os fios, deixando-os ondulados, mas sem o aspecto pesado ou oleoso.

Ao mesmo tempo em que estiliza os cabelos, o produto trata e hidrata as madeixas graças a sua formulação enriquecida com Ureia, Óleo de Argan Extrato deAlgas. Para conseguir o efeito texturizado, basta borrifar nos fios limpos e úmidos, modelar com as mãos e secar com o difusor.

Preço médio: R$ 78,00

Todos os produtos Organix possuem ativos orgânicos, contêm essências naturais e não são testados em animais!

 

Por Lara Müller
Foto: Divulgação 

Banksy- Por trás das paredes

Banksy – Por trás das paredes é a uma biografia que desvenda a arte do grafiteiro Banksy, já que ninguém sabe ao certo quem ele é. Artista de personalidade genuinamente enigmática, cuja identidade nunca foi revelada, ele permanece como uma incógnita, tanto para o público como para a crítica, desde 1990 quando surgiu.

O desafio do autor, jornalista Will Ellsworth-Jones – que não tem a intenção de desmascará-lo –, foi reunir diversas peças e mostrar como, no espaço de apenas uma década, alguém cujo trabalho era considerado por muitos como mero vandalismo, tornou-se uma espécie de tesouro da Grã-Bretanha. Para escrever o primeiro relato completo da carreira de Banksy, o autor conversou com conhecidos e adversários grafiteiros.

“Ele é o fora da lei que foi arrastado, relutante, mas reiteradamente, cada vez mais em direção ao sistema da arte. Ele é o artista que zombou tanto dos museus quanto das galerias de arte”, descreve o autor.

Banksy é um artista único e responsável por todo um novo movimento na arte. Capitalista relutante, atualmente suas obras são vendidas em leilões por centenas de milhares de libras. Para alguém que foge dos holofotes, oculta seu verdadeiro nome, nunca mostra o rosto e concede entrevistas apenas por e-mail, ele é notavelmente famoso. Sobre o anonimato, Banksy alega que o mantém para se proteger da lei e da ordem.

Em 2003, disfarçado com barba, sobretudo, lenço no pescoço, chapéu e portando uma grande sacola de papel, Banksy adentrou na galeria Tate, em sua cidade natal, Bristol. Passando direto pelos seguranças, ele caminhou calmamente até a sala 7, no segundo andar e, em um espaço vago na parede, quase que escondido, fixou o quadro que trazia na sacola.

Tal ação se repetiu em galerias de Paris, Nova York e Londres. Banksy “presenteou” também os museus Met e MOMA, em Nova York, nos Estados Unidos,  que o ajudou a tornar-se um grafiteiro conhecido internacionalmente.

“Certa vez um entrevistador de uma rádio norte-americana perguntou a Banksy se ele fazia esse tipo de incursões sozinho. Ele respondeu: “Faço, sim, porque levar outras pessoas junto não é o tipo da coisa que se faz.” Estritamente falando, ele disse a verdade – uma pessoa só bastou para entrar e colocar a pintura na parede.”

Artista que faz da rua sua galeria, Banksy já foi selecionado para a lista das 100 pessoas mais influentes do planeta, organizada pela revista Times, em 2010, ao lado de pessoas como o atual presidente dos Estados Unidos Barack Obama, o empresário Steve Jobs e a cantora Lady Gaga. Seu documentário Exit Through the Gift Shop [Saída Pela Loja de Presentes] foi indicado ao Oscar.

Sua busca pela fama e reconhecimento é para que pessoas que nunca chegaram perto de uma galeria ou um museu possam ver suas imagens pela primeira vez, em jornais ou na televisão, e especialmente na rede mundial de computadores. Rapidamente, o grafiteiro tornou-se o primeiro artista internacional da internet.

Na obra, os leitores também vão apreciar alguns dos mais polêmicos trabalhos de Banksy. Fazem parte do caderno de fotos do livro grafites e exposições como a “Turf War”, de 2003, que provocou reações de defensores dos direitos dos animais, e que na época gerou a ele ainda mais publicidade e exposição.

Como já mencionado acima, este livro não tenta desmascarar Banksy. Durante as entrevistas com pessoas que conhecem o grafiteiro, o autor afirmou a todo momento que não solicitaria nenhuma revelação sobre a identidade real do artista, que, segundo o jornal inglês The Observer, “faz questão de manter e preservar seu próprio mito”.

Sobre o autor: Will Ellsworth-Jones foi repórter-chefe e correspondente em Nova Iorque do jornal The Sunday Times, além de ter trabalhado como editor nas revistas Telegraph, Independent e Saga. Seu livro de estreia foi uma pesquisa histórica sobre aqueles que se opuseram conscientemente à Primeira Guerra Mundial, We Will Not Figh [Não lutaremos – não lançado no Brasil]. Vive em Londres.


Editora Nossa Cultura

Preço: R$ 45,00

Jameson realiza a sétima edição da GRILL #7

Uma das festas mais cobiçadas do calendário de São Paulo já tem nova data. Em sua sétima edição, a “Jameson presents Grill #7” acontecerá no dia 13 de setembro a partir das 15h. O local? Como de costume, será divulgado apenas um dia antes.

Para agitar a festa, que tem curadoria e residência do DJ Zegon (Tropkillaz, N.A.S.A. e SPA Produções), as pick ups serão comandadas pelos DJs Soul One, Paulão, Trusty, Laudz, King, Dubstrong e Jeff Bass que apresentarão sets que vão do hip hop ao trap music, passando por soul, brasilidades e música latina, sempre com importantes nomes da cena musical.

Regada a shots do whiskey irlandês Jameson e ao tradicional drink Jameson Tea & Lime, a GRILL também promete aos convidados uma deliciosa experiência com os hambúrgueres de Paulo Yoller, do restaurante Meats.

Música, arte, gastronomia, amigos e whiskey Jameson, em um backyard autêntico é a verdadeira alma da festa que surgiu por iniciativa de Zegon. O DJ e produtor costumava reunir amigos, grafiteiros, músicos e pessoas ligadas à cultura urbana no Cartel011. Com o passar do tempo, o público paulistano tomou conhecimento e o projeto cresceu a partir da parceria com o Grupo8ito Play – agência responsável pela criação e desenvolvimento de projetos proprietários para grandes marcas, transformando pequenas ações em projetos originais.

 

JAMESON present GRILL #7

Data: 13 de setembro
Horário: a partir das 15h
Line up: Zegon, Soul One, Grill, Paulão, Trusty, Laudz, King, Dubstrong e Jeff Bass

Valores:
1o lote: R$ 60,00 (mulher) / R$ 80,00 (homem)
2o lote: R$ 80,00 (mulher) / R$ 100,00 (homem)

Venda Online:
Online: www.grp8play.com.br/store
App Sem Hora para IOS e Android

Pontos de venda:
Meats – Rua dos Pinheiros, 320 – Vila Madalena – (11) 2679-6323
Barbearia Corleone – Rua Renato Paes de Barros, 390 – (11) 2538-8009

Por Lara Müller
Foto: Divulgação 

Blue Bird Shoes apresenta sua coleção Verão 2015 inspirada no Surrealismo Tropical

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Inspirada na serie Amazônia da escultora Maria Martins, embarcamos nesta aventura explorando tudo o que a obra tem a oferecer: lendas e terras; ritmos e cantos; cores e tons; texturas e elementos.

A grande relação entre a coleção e a obra de Martins está no olhar: a maneira como a artista interpretou a vida selvagem como um diálogo entre natureza e a sensualidade da mulher, onde dentro de seu recorte modernista entendeu que a forma nunca é fixa, mas eternamente metamorfoseada.

A serie Amazônia foi decisiva na forma da artista produzir e expressar sua arte. A mudança é constante e irreversível, tendo o corpo como um aspecto fundamental. Corpo esse em constante transformação, como tudo que rege e rodeia a própria vida.

Artista multifacetada, Maria Martins foi escritora, mãe e artista plástica, personificando a quintessência da mulher atual que usa Blue Bird,  além de ter sido uma das poucas artistas nacionais a representarem a fase surrealista mundialmente com o foco e atitude canalizados no Brasil, projetando assim o país no mundo artístico internacionalmente.

Por Lara Müller
Fotos: Divulgação