Testosterona e andropausa: entenda tudo sobre o assunto e previna-se

19 jan, 2017

Você está mais indisposto para o sexo e tem se irritado com facilidade?

Se a resposta for sim, fique atento porque podem ser alguns sinais da andropausa, queda na capacidade de produzir testosterona- hormônio imprescindível e que ocupa um papel central no equilíbrio metabólico masculino. Diferente da menopausa, que tem início relativamente súbito, sintomas específicos e faixa de idade comum, a andropausa tem uma incidência variável dos 30 aos 45 anos, sua evolução é lenta e gradual, e apresenta maior complexidade sintomática.

A produção natural de testosterona tende a diminuir na taxa de 1% após os 30 anos de idade e, aos 70 anos, essa produção é de aproximadamente 1/3 do ideal. Embora a andropausa seja uma etapa normal do envelhecimento do homem, é importante não ignorar este fato, pois apresenta sérias consequências. A saúde sexual e metabólica, por exemplo, depende de uma boa produção desse hormônio e sua ausência está relacionada a problemas psíquicos, emocionais, afetivos, físicos e patológicos. Porém, apenas 7% dos homens têm conhecimento deste fato e poucos procuram tratamento.

Fique atento aos sintomas

É importantíssimo ressaltar que quando falamos de testosterona não estamos resumindo a libido. Apesar da ereção masculina e da libido estarem intimamente relacionados à testosterona, esta ainda é o principal hormônio ligado ao ganho de massa muscular e a diminuição da gordura corporal. Além de ser um fator preventivo na ocorrência de pressão alta e doenças cardiovasculares como o infarto. No geral, a testosterona influencia todo o metabolismo corporal e não está apenas ligada a parte sexual.

De forma contrária, a deficiência desse hormônio está associado à perda de massa muscular, sintomas de cansaço, indisposição, perda do desejo sexual, insônia, nervosismo, irritabilidade, ansiedade, depressão, perda de memória, apatia, obesidade, queda de imunidade, distúrbios de ereção, dores articulares, diminuição de massa óssea e queda de pelos e cabelo.

É importante lembrar que caso você apresente esses sintomas a conduta certa é procurar um especialista que saiba fazer uma adequada avaliação física e laboratorial e, assim, indicar o tratamento ideal para melhorar a qualidade de vida e, principalmente, aprimorar a saúde.

Texto: Dr. Thiago Volpi e Dr. Kaue Kranholdt

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