Ilhas Maldivas: o Paraíso Terrestre Inesquecível

21 dez, 2016

A República das Maldivas encanta qualquer um e uma estadia no hotel Four Seasons Kuda Huraa é de acreditar que o paraíso terrestre realmente existe. Luxuoso, requintado, exclusivo. Nesse resort, nenhum destes adjetivos é superlativo.

A República das Maldivas, ou Ilhas Maldivas, é um país insular composto por 1.196 ilhas e fica no Oceano Índico, perto do Sri Lanka (antigo Ceilão) e da Índia. É um país muçulmano, portanto todas as regras da religião precisam ser cumpridas, mas dentro dos resorts estas regras não são tão rígidas. Consumir álcool só pode dentro dos resorts e qualquer bebida alcoólica trazida na mala de uma outra viagem será confiscada. A língua oficial é o Divehi, mas quase todo mundo fala Inglês. A moeda é a Rúpia Maldívia, porém dentro dos resorts tudo é pago em dólar americano. A capital da ilha principal, onde se encontra o aeroporto internacional, se chama Malé. Uma viagem até esse lugar dos sonhos requer tempo, pois, apesar de ser um país fácil de visitar, necessita-se muito planejamento. É muito comum combinar a viagem às Ilhas Maldivas com outros países próximos.

Como chegar e quando ir:

Há quem prefira fazer conexão no Oriente Médio com as empresas Etihad, Emirates ou ainda a Qatar Airways. Outra opção é ir pela Europa com a Turkish Airlines ou ainda fazer uma espécie de combinação, indo com uma empresa e voltando com outra. Para quem já conhece, o serviço de bordo da Emirates é excepcional não importa qual for a classe. A primeira, luxuosa ao extremo, tem cabines com cama, banheiro com chuveiro e os passageiros podem comer a qualquer hora que desejarem. Com um serviço impecável, a Emirates recebeu este ano o prêmio como melhor companhia aérea do mundo pela Skytrak, um prêmio mais que merecido. Já a Turkish Airlines se supera também no quesito conforto. Na primeira classe, os passageiros podem contar com um chefe a bordo, que prepara a comida no momento. Um luxo!

Uma vez decidido o roteiro é a vez de escolher o resort. Não adianta se hospedar na ilha principal, pois não tem praias e nem hotéis luxuosos como se vê nos cartões postais: todos os resorts se encontram em ilhas particulares. Portanto, uma vez que se chega a Malé, a ida para o resort será ou em barco ou em um hidroavião. O visto se recebe ao chegar ao país e é necessário ter passaporte válido por mais seis meses a partir da data de volta, duas páginas em branco lado a lado, passagem aérea de ida e volta, reserva do hotel e, para quem mora no Brasil, carteira de vacina contra febre amarela. A melhor época para realizar essa viagem é entre os meses de novembro a março (estação seca). De abril a outubro é o período de monções, marcado por chuvas e ventos fortes, portanto recomenda-se ir durante o período da estação seca, pois do contrário a viagem pode não ser tão agradável.

Onde ficar:

Com tantas ilhas e tantos resorts, escolher onde se hospedar pode se tornar uma tarefa difícil. Vai depender do budget e do gosto de cada um. Com certeza alojar-se em um hotel de luxo faz uma grande diferença, e para essa viagem foram escolhidos dois hotéis: o Four Seasons Kuda Huraa e o Four Seasons Landaa Giravaaru.

O Four Seasons Seasons Kuda Huraa fica bem próximo ao aeroporto, e o Four Seasons Landaa Giravaaru bem distante, no Atol Baa, Reserva Biosférica e Patrimônio Mundial da UNESCO. Quando o assunto é sofisticação e bom gosto, a rede hoteleira canadense Four Seasons esbanja nesse quesito e, com um serviço impecável, é digna de hospedar o cliente mais exigente. Os mimos são inúmeros, portanto vale a pena optar por ficar em um resort premiado como o Four Seasons Kuda Huraa. A experiência será incomparável e inesquecível.

Four Seasons Resort Kuda Huraa, Ilhas Maldivas

O Four Seasons Kuda Huraa encontra-se em uma ilha particular e possui 96 quartos incluindo os bangalôs sobre o mar. A opção escolhida nesse resort foi o bangalô, que são casas sobre palafitas, oferecendo o máximo de conforto possível e inimaginável. A decoração dos aposentos foi inspirada nos vilarejos do país, onde os tetos das casas são feitos de palha, o chão é de madeira e as cores são bem tropicais. O quarto e o banheiro são super espaçosos e têm vista para o mar. Com pias separadas, banheira de imersão profunda e uma ducha externa, o banheiro realmente impressiona. Outra área interessante é o deck de madeira com espreguiçadeiras e com direto acesso ao mar através de escadinhas. O resort passará brevemente por uma reforma e todos os bangalôs terão piscina privativa.

Assim que se chega ao aeroporto, em Malé, os hóspedes são levados para uma sala especial do grupo hoteleiro onde são recebidos com toalhas perfumadas, bebidas, frutas e flores. Em seguida são acompanhados até o barco que os levará ao resort em uma viagem que durará aproximadamente 30 minutos. O barco tem até wi-fi para os que não podem ficar desconectados do mundo! Chegando ao hotel, uma verdadeira festa. Os clientes são recebidos pelos gerentes e outros funcionários com músicas locais e batuques. Uma verdadeira emoção.

Como se está hospedado na ilha, é obrigatório comer por lá. Não tem como fugir. De qualquer forma, há varias opções de restaurantes e experiências gastronômicas que são de tirar o fôlego. O café da manhã é servido no restaurante Café Huraa ou no Reef Club. Além das várias sessões de queijos, omeletes, waffles, pães, saladas, doces, culinárias asiática, indiana, ocidental, local e outras delícias, o que mais impressiona é a feira de frutas e verduras. Os hóspedes podem pedir sucos frescos feitos na hora ou saladas. Delicioso é o suco detox feito com couve, limão, maçã verde, gengibre, pepino e menta.

O almoço no Reef Club é italiano. Para quem ama a gastronomia italiana e frutos do mar, este é o local indicado. Com vista de cartão-postal para o mar, esse restaurante é fantástico. Os linguines com ponta de aspargos e frutos do mar, as saladas e os peixes grelhados são excepcionais e os sorbets de manga e de coco, feitos no próprio resort, são maravilhosos também. Outro restaurante que não pode faltar durante a visita é o indiano Baraabaru. Comer ouvindo música indiana e a onda do mar ao fundo é um verdadeiro sonho. O jantar neste restaurante pode ser à la carte ou um set menu com várias especialidades como Malabar Jhinga, que são camarões gigantes marinados em folhas de curry e cúrcuma; e Chole Samosa, uns pasteizinhos recheados com batatas e ervilhas. Já a Balti Lobster, a lagosta com molho de queijo e cebolas; e o Trio Mushroom Malai, que é uma composição de três tipos diferentes de cogumelos (shimeji, enoki e morel); são pratos únicos. Para quem come carne, há outras opções como o Murgh Malai Tikka, o frango marinado no iogurte e cardamomo, e Baraabaru Raan, carneiro assado no forno tandoori (uma espécie de forno de barro).

Atividades:

Foi criado um mito de que a República da Maldivas é um país só para passar a lua de mel. Não é verdade. O lugar é ótimo para ir sozinho ou até mesmo para famílias com crianças. O Four Seasons Kuda Huraa se preocupa em organizar toda a estadia, de modo que os hóspedes tenham uma maravilhosa recordação desse lugar encantado. Já quando se chega o hotel oferece um Activies Resort Manager, que consulta juntamente com os clientes toda a programação a ser feita durante a estadia. Lógico que tudo pode ser mudado com antecedência, pois não é obrigatório fazer tudo o que é proposto.

São tantas as atividades que fica até difícil de escolher. O Dolphin Talk and Cruise é onde crianças e adultos aprendem mais sobre golfinhos em aulas com um biólogo marinho. Logo após a aula, os alunos são levados a um passeio de barco para ver os golfinhos rotadores, típicos do local. Outra atividade interessantíssima é a Marine Conservation Activities in Coral Restoration: uma aula sobre como cuidar das tartarugas marinhas e aprender que, de 1000 tartarugas, somente uma chegará à idade adulta. Além disso, eles ensinam a restaurar os corais e que o Oceano Índico é tão puro e com graus de salinidade e clima adequados que fazem com que os corais se propaguem mais rapidamente.

Já as atividades físicas são intermináveis e variam desde Yoga pela manhã na prancha SUP, snorkeling com tubarões inofensivos e o emocionante X-jetpacks, no qual é possível flutuar no mar. Uma atividade que se deve fazer nas Ilhas Maldivas é o mergulho com cilindro: o local é considerado um dos melhores lugares do mundo para mergulho, vale realmente a pena. É importante já ir com o Certificado PADI, pois o curso requer muito tempo de estudo e prática. Chegando ao hotel, todos terão que passar por uma espécie de treinamento para ver o nível. Aqueles que não têm 30 mergulhos catalogados ou que mergulharam há mais de três meses terão que fazer o minicurso gratuito básico para poder relembrar algumas regras básicas do esporte.

Para terminar a estadia, não poderia faltar a visita a uma ilha minúscula onde só existe o Island Spa, mais nada. A ida para lá é através de uma embarcação típica chamada Dhoni. É uma experiência mágica ser transportado pelas águas turquesa desse lindo mar até o local. Todas as sete cabines de tratamento têm vista para o Oceano Índico. O spa só utiliza produtos naturais de fabricantes que se preocupam com a sustentabilidade do nosso planeta e oferece uma gama infinita de tratamentos criados especificamente para ele. Um tratamento inovador é o Kuda Huraa Healing Water, inspirado nos benefícios do mar. A massagem é feita dentro de uma banheira com água morna onde o cliente será levado a um completo estado de tranquilidade e de relaxamento.

As Ilhas Maldivas e seus resorts fazem parte de um paraíso terrestre, uma preciosa combinação entre a natureza e complexos arquitetônicos construídos pelo homem, estruturas realizadas com respeito à natureza e pensadas em satisfazer as exigências de quem quer passar as férias no verdadeiro sentido do relax. Com certeza será uma das férias mais maravilhosas nem que seja uma vez na vida. Se a hospedagem for feita no resort Four Seasons Kuda Huraa ou no resort Four Seasons Landaa Giraavaru (que será publicado nas próximas edições), será uma recordação para o resto da vida.

Mais informações: www.fourseasons.com

Fotos: Divulgação / Texto: Maurício de Souza

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