Elekfantz faz diferente na cena eletrônica

22 nov, 2017

Um projeto que une dois talentos: Leo Piovezani, músico, baterista e compositor de sucesso e Daniel Kuhnen um DJ prestigiado que cresceu na música eletrônica. Mesmo seguindo carreiras separadas por um tempo, em 2011 se juntaram e criaram o Elekfantz.

Desde então são aclamados no Brasil e no mundo. Isso porque, em suas apresentações, misturam a energia de uma banda ao vivo com o ritmo da música eletrônica. Só em 2016 a dupla fez três turnês pela Europa e tocou em grandes festivais no Brasil como o Tomorrowland e Warung Day Festival, além de tocarem em nos clubs mais seletos do país.

Elekfantz deu uma pausa na agenda cheia para contar à COOL mais sobre essa trajetória de sucesso e outras novidades.

 

COOL- Como surgiu o projeto?

Leo Piovezani: Depois de tocar e gravar com diversos artistas e participar de várias bandas, eu decidi começar a compor minhas próprias músicas. Depois encontrei o Daniel fazendo warm up para o Tiesto em Florianópolis. Era algo bem house, muito musical, adorei. Então retomamos o contato e decidimos unir forças para criar algo que tivesse a nossa identidade.

Daniel Kuhnen: Quando começamos a trabalhar juntos, queríamos encontrar o nosso som, não fazer mais do mesmo ou só seguir alguma tendência.

 

COOL- E como vocês escolheram esse nome?

DK: Eu me lembrei de uma banda fictícia que tinha com amigos na infância, chamávamos Elekfants. Sugeri para o Leo e o Gui e eles adoraram, só trocamos o “s” do final pelo “z”. Até hoje não me lembro de onde surgiu o nome, mas ele tem nos trazido muita sorte.

 

COOL- Como é ter um padrinho tão influente como Gui Boratto?

LP: Com certeza o Gui é um dos principais responsáveis por difundir a música eletrônica brasileira no mundo inteiro, e nós temos um background muito parecido. Foi um casamento que deu muito certo.

DK: O Gui é o terceiro membro do Elekfantz, o nosso “quinto Beatle”. Participa da produção musical de nossas composições e nos ajudou muito a achar o nosso som. Sem dúvida um padrinho, um parceiro musical muito importante e um grande amigo.

COOL- Quais são suas influências musicais?

LP: Já estudei jazz, toquei em bandas de rock e blues e aos 15 anos comecei a tocar na noite. Meu pai foi presidente de algumas gravadoras nos anos 80/90, como Polygram e EMI, então também sempre escutei música de diversos estilos.

DK: Mais novo ouvia muito rock dos anos 60 e 70, dos Beatles ao Led Zeppelin e coisas um pouco mais obscuras como Jethro Tull e King Crimson. Gosto de música boa e adequada para cada lugar e momento.

 

COOL- Qual o próximo single?

DK: Passamos os últimos dez meses em estúdio trabalhando no disco novo e logo vamos soltar nosso próximo single chamado Work It Out!

LP: Para os fãs que já frequentam nossos shows, já estamos tocando algumas músicas novas e sempre experimentando. Estamos começando uma nova fase do Elekfantz.

 

COOL- O que é COOL para vocês?

LP: Para mim cool é algo verdadeiro, algo que não tem prazo de validade, algo que inspira a todos e que sempre se renova.

DK: Ser você mesmo sem se importar com o que os outros pensam.

 

Booking: Plus Talent email: denise@plustalent.art.br

Texto: Mariana Cafer

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